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ÁGUA – FONTE DA VIDA – VAMOS CONSERVÁ-LA

Deixe seu comentário Autor : Notícia e blog 02 fevereiro 2009
ÁGUA – FONTE DA VIDA – VAMOS CONSERVÁ-LA E MANTÊ-LA PURA

Se passarmos pela maioria absoluta de cursos d’água, sejam rios, córregos, riachos... encontraremos muitos tipos de rejeitos que vão com certeza prejudicar a qualidade da água.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 80% das internações hospitalares de doenças hospitalares do mundo são transmitidas por água contaminada..
Se não houvesse a crescente consciência das empresas por um lado e por outro lado a legislação que proíbe outras de lançarem todo tipo de rejeito os nossos cursos d’água seriam cursos de produtos químicos, de rejeitos malcheirosos...E a água? Seria mero veículo para estes descartes.

As reservas/cursos d’água são afetados por diversos tipos de poluição, entre elas a biológica, a térmica, química e sedimentar.

A forma de poluição biológica ocorre com o lançamento de esgotos domésticos em lagoas e cursos de água e fazem com que haja proliferação de organismos patogênicos (vírus, bactérias, vermes, protozoários, etc.).

A poluição química é a que ocorre com o lançamento de produtos utilizados na limpeza de veículos, restos de estopas com óleo, restos de fertilizantes, tintas, solventes, material tóxico (chumbo, zinco, mercúrio, etc.), plásticos, detergentes de uso doméstico ou industrial, etc.

Se não houver conscientização de todos, indivíduos e empresas, o ser humano vai ser capaz de destruir a fonte da sua vida.

O corpo humano é 75% água e é por isto que devemos ingerir grande quantidade de água diariamente e que para termos condições saudáveis, a água precisa ser saudável, ser limpa!

Entre os elementos naturais é provável que a água seja a principal vítima da forma de vida que tivemos no século vinte e que estamos tendo no século vinte e um: que não queremos que seja o século da morte de todas as espécies animais.

E aí vamos perguntar: E a água límpida para beber? Beberíamos água purificada por processos industriais e químicos. A água pura da natureza seria um bem de alta valorização pela sua raridade, enquanto que deveriam estar como Deus nos deu: transparente, cristalina, linda!...

É muito comum ouvirmos matérias na imprensa onde se fala que no futuro acontecerão guerras pela disputa da água. E se não houver forte mudança no comportamento das pessoas e empresas, este certamente será o futuro.

E o que podemos fazer, se as dimensões são mundiais?

Cada um deve fazer a sua parte e não esperar que o governo, as grandes empresas e as organizações não governamentais o façam.

1 - Usando adequadamente a água – Não desperdiçando (veja quadro final da matéria).

2 - Evitando jogar qualquer tipo de rejeito em lagos, rios, mar, córrego...
Não importa o tamanho do rejeito, por menor que seja, por exemplo um pequeno papel de bala.

3 - Usar o mínimo possível de produtos tóxicos (inseticidas, por exemplo) em casa, jardim, horta, sítio ou fazenda. Se possível não usar.

4 - Na empresa, quando houver material que possa contaminar as águas criar, com assessoria especializada, uma sistemática e instalações para evitar que os contaminantes venham a penetrar no meio ambiente.

5 - Se tiver uma propriedade rural estudar com assessoria técnica da empresa governamental de extensão rural ou particular maneiras de cuidar bem da água existente, buscando a melhoria cada vez mais da sua qualidade e quantidade.

5 - Estabelecer formas de conscientizar familiares e empregados sobre a importância de ações efetivas para a melhoria da qualidade da água.

Assim vamos buscar um futuro melhor para nossos filhos, nossos netos, nossos descendentes... Vamos lutar, vamos agir ativamente pela qualidade da água e não ser meramente observadores.

RECOMENDAÇÕES PARA USO RACIONAL DA ÁGUA

As despesas com água também são um desperdiçador de dinheiro, quando há vazamento ou quando a utilização não é muito racional.

A seguir apresentamos recomendações de como atuar em reparo de vazamentos e utilização racional da água.

Segundo material distribuído pela COPASA-Cia de Saneamento de Minas Gerais, uma torneira com um filete de 1 mm desperdiça em média, 2.088 litros por dia ou 62.640 litros por mês.
A primeira recomendação é, então, manter a torneira, o chuveiro e outros locais onde possa haver vazamentos, devidamente fechados.

USO RACIONAL

Torneiras
Ao lavar as mãos, escovar os dentes ou fazer a barba, lavar as roupas e louças, feche a torneira enquanto não estiver precisando da água,

Vaso Sanitário
Segundo a COPASA, os vasos sanitários podem consumir até 40% da água de uso doméstico.

As descargas devem ser dadas para manter limpo o vaso e não por brincadeiras ou excesso.
Crianças dão muita descarga por brincadeira, devem ser orientadas para evitar o consumo excessivo de água sem necessidade.

A válvula de descarga deve ser regulada periodicamente.

Papel, pontas de cigarros ou lixo não devem ser jogados no vaso, porque podem causar entupimentos e consumo excessivo de água.

Hidrômetro
Controle o seu consumo pelo hidrômetro.

Se não souber fazer a leitura, procure orientação do funcionário leiturista ou diretamente na sua concessionária de água.

Chuveiro
Segundo a COPASA, banhos demorados consomem 37% da água de uso doméstico.

Cinco minutos com o chuveiro aberto consomem 60 litros de água.

Bóias de Água
Bóias com defeito podem causar derramamento de água, o que corresponde a desperdício e
poderá levar a danos nas paredes e instalações da residência.

Mangueiras
Quando for usar a mangueira, utilize sempre um “bico” , que ficará fechado quando não estiver sendo utilizada a água.

Use racionalmente a água na lavagem da garagem, carro e irrigação de jardins. Gaste somente o necessário.

Para varrer o chão, use a vassoura e não o jato de água.

Para lavar o carro troque a mangueira pelo balde.

Em Viagem
Saindo de viagem, feche o registro da entrada de água para evitar desperdícios durante a sua ausência.

Prevenção
Periodicamente faça vistorias para verificar se existem anormalidades nas proximidades dos canos como paredes mofadas ou molhadas, terrenos molhados, piso fofo, ruídos provocados por escapamento de água.

Além de desperdício, escapamentos podem causar danos nas instalações.

Retirado do livro: “Socorro, Meu Dinheiro Está Sumindo” – 2a Edição – Capítulo referente a desperdiçadores de dinheiro - Autor: Flávio Martins da Costa.

Se não houvesse a crescente consciência das empresas por um lado e por outro lado a legislação que proíbe outras de lançarem todo tipo de rejeito os nossos cursos d’água seriam cursos de produtos químicos, de rejeitos malcheirosos...E a água? Seria mero veículo para estes descartes.

As reservas/cursos d’água são afetados por diversos tipos de poluição, entre elas a biológica, a térmica, química e sedimentar.

A forma de poluição biológica ocorre com o lançamento de esgotos domésticos em lagoas e cursos de água e fazem com que haja proliferação de organismos patogênicos (vírus, bactérias, vermes, protozoários, etc.).

A poluição química é a que ocorre com o lançamento de produtos utilizados na limpeza de veículos, restos de estopas com óleo, restos de fertilizantes, tintas, solventes, material tóxico (chumbo, zinco, mercúrio, etc.), plásticos, detergentes de uso doméstico ou industrial, etc.

Se não houver conscientização de todos, indivíduos e empresas, o ser humano vai ser capaz de destruir a fonte da sua vida.

O corpo humano é 75% água e é por isto que devemos ingerir grande quantidade de água diariamente e que para termos condições saudáveis, a água precisa ser saudável, ser limpa!

Entre os elementos naturais é provável que a água seja a principal vítima da forma de vida que tivemos no século vinte e que estamos tendo no século vinte e um: que não queremos que seja o século da morte de todas as espécies animais.

E aí vamos perguntar: E a água límpida para beber? Beberíamos água purificada por processos industriais e químicos. A água pura da natureza seria um bem de alta valorização pela sua raridade, enquanto que deveriam estar como Deus nos deu: transparente, cristalina, linda!...

É muito comum ouvirmos matérias na imprensa onde se fala que no futuro acontecerão guerras pela disputa da água. E se não houver forte mudança no comportamento das pessoas e empresas, este certamente será o futuro.

E o que podemos fazer, se as dimensões são mundiais?

Cada um deve fazer a sua parte e não esperar que o governo, as grandes empresas e as organizações não governamentais o façam.

1 - Usando adequadamente a água – Não desperdiçando (veja quadro final da matéria).

2 - Evitando jogar qualquer tipo de rejeito em lagos, rios, mar, córrego...
Não importa o tamanho do rejeito, por menor que seja, por exemplo um pequeno papel de bala.

3 - Usar o mínimo possível de produtos tóxicos (inseticidas, por exemplo) em casa, jardim, horta, sítio ou fazenda. Se possível não usar.

4 - Na empresa, quando houver material que possa contaminar as águas criar, com assessoria especializada, uma sistemática e instalações para evitar que os contaminantes venham a penetrar no meio ambiente.

5 - Se tiver uma propriedade rural estudar com assessoria técnica da empresa governamental de extensão rural ou particular maneiras de cuidar bem da água existente, buscando a melhoria cada vez mais da sua qualidade e quantidade.

5 - Estabelecer formas de conscientizar familiares e empregados sobre a importância de ações efetivas para a melhoria da qualidade da água.

Assim vamos buscar um futuro melhor para nossos filhos, nossos netos, nossos descendentes... Vamos lutar, vamos agir ativamente pela qualidade da água e não ser meramente observadores.

RECOMENDAÇÕES PARA USO RACIONAL DA ÁGUA

As despesas com água também são um desperdiçador de dinheiro, quando há vazamento ou quando a utilização não é muito racional.

A seguir apresentamos recomendações de como atuar em reparo de vazamentos e utilização racional da água.

Segundo material distribuído pela COPASA-Cia de Saneamento de Minas Gerais, uma torneira com um filete de 1 mm desperdiça em média, 2.088 litros por dia ou 62.640 litros por mês.
A primeira recomendação é, então, manter a torneira, o chuveiro e outros locais onde possa haver vazamentos, devidamente fechados.

USO RACIONAL

Torneiras
Ao lavar as mãos, escovar os dentes ou fazer a barba, lavar as roupas e louças, feche a torneira enquanto não estiver precisando da água,

Vaso Sanitário
Segundo a COPASA, os vasos sanitários podem consumir até 40% da água de uso doméstico.

As descargas devem ser dadas para manter limpo o vaso e não por brincadeiras ou excesso.
Crianças dão muita descarga por brincadeira, devem ser orientadas para evitar o consumo excessivo de água sem necessidade.

A válvula de descarga deve ser regulada periodicamente.

Papel, pontas de cigarros ou lixo não devem ser jogados no vaso, porque podem causar entupimentos e consumo excessivo de água.

Hidrômetro
Controle o seu consumo pelo hidrômetro.

Se não souber fazer a leitura, procure orientação do funcionário leiturista ou diretamente na sua concessionária de água.

Chuveiro
Segundo a COPASA, banhos demorados consomem 37% da água de uso doméstico.

Cinco minutos com o chuveiro aberto consomem 60 litros de água.

Bóias de Água
Bóias com defeito podem causar derramamento de água, o que corresponde a desperdício e
poderá levar a danos nas paredes e instalações da residência.

Mangueiras
Quando for usar a mangueira, utilize sempre um “bico” , que ficará fechado quando não estiver sendo utilizada a água.

Use racionalmente a água na lavagem da garagem, carro e irrigação de jardins. Gaste somente o necessário.

Para varrer o chão, use a vassoura e não o jato de água.

Para lavar o carro troque a mangueira pelo balde.

Em Viagem
Saindo de viagem, feche o registro da entrada de água para evitar desperdícios durante a sua ausência.

Prevenção
Periodicamente faça vistorias para verificar se existem anormalidades nas proximidades dos canos como paredes mofadas ou molhadas, terrenos molhados, piso fofo, ruídos provocados por escapamento de água.

Além de desperdício, escapamentos podem causar danos nas instalações.

Retirado do livro: “Socorro, Meu Dinheiro Está Sumindo” – 2a Edição – Capítulo referente a desperdiçadores de dinheiro - Autor: Flávio Martins da Costa.

fonte:gestãosucesso

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